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terça-feira, 30 de setembro de 2014

Por que Marina Silva? Por Ed René Kivitz


[Pronunciamento no Encontro
de Lideranças Evangélicas com 
Marina Silva]
O povo brasileiro já percebeu: não é hora de virar as páginas, é hora de mudar de livro.
O que me traz a esse lugar e a essa hora é a convicção de que a imagem usada por Caio Fernando Abreu veste perfeitamente o atual momento do Brasil, e encontra em Marina Silva aquela que melhor conseguiu captar a voz das ruas, e está em sintonia com o desejo de mudança que mora no peito dos brasileiros.
Mas não podemos ser negligentes à realidade de que o inusitado que colocou nas mãos de Marina Silva a possibilidade concreta de ser eleita para ocupar a presidência da república, resultou em outro fato igualmente significativo: o recrudescimento do debate a respeito da identidade evangélica.
Considerando os necessários descontos em razão dos discursos acalorados pelo processo eleitoral é razoável dizer que o imaginário popular é influenciado a ponto de ver transformado o nome evangélico em uma espécie de xingamento, adjetivo pejorativo associado a pessoas de fé e boa vontade. Também por essa razão nos reunimos nessa manhã.
Mobilizamo-nos não apenas para apoio e suporte a uma candidatura que nos representa e carrega consigo muito do ideário cristão. Também nos aproximamos para adensar nosso compromisso em defesa daquilo que é maior do que qualquer projeto político, a saber, o Evangelho e a Igreja de nosso Senhor Jesus Cristo.
Não aceitamos a idéia de que ser evangélico é ser ignorante, moralista, homofóbico, sectário, intolerante.


Nosso Senhor Jesus Cristo é apresentado como aquele que “andou por toda parte fazendo o bem”, lançando no coração humano as sementes do amor, da generosidade, do perdão e da solidariedade, virtudes absolutamente distantes de quaisquer perspectivas que alimentem o ódio, a condenação, a exclusão, a discriminação e a segregação. Em seus passos o povo pacífico desse país caminha.
Devemos recusar a ideia de que ser evangélico é ser manipulável e manipulador.
Rejeitamos a sugestão de que a consciência do povo evangélico seja propriedade de quem quer que seja, e esteja cativa de ideologias e programas menores do que a agenda do reino de Deus.
Igreja não é lobby.

Igreja não é partido político.

Igreja não é instrumento de pressão.

Igreja não é curral eleitoral.

Púlpito não é palanque.

Altar não é plataforma para comício.
Não podemos nos calar diante daqueles que falam em nosso nome, como se o povo evangélico fosse um bloco monolítico, que segue a cartilha de um homem só. Com todo o respeito e estima que merece nosso irmão Jorge Mario Bergoglio, nós evangélicos não temos Papa.
Temos um sem número de irmãos anônimos que há anos militam por uma sociedade de justiça e paz, um Brasil republicano e democrático. Embora não somem em nossas fileiras nesse processo eleitoral, são dignos do nosso respeito e consideração.
Ainda que trilhemos caminhos diferentes, todos estamos de mãos dadas em busca de um país que supere a fome, a miséria, a corrupção sistêmica, e o fazer político viciado no apêgo ao poder pelo poder, aos ganhos individuais em detrimento do bem comum, à apropriação da res pública para satisfação de interesses particulares.
Por essa razão, no exercício de nosso sacerdócio religioso, como pastores e pastoras, orientadores espirituais desse imenso contingente da população brasileira que se identifica como evangélico, é urgente reafirmar os compromissos que sempre nos caracterizaram ao longo de nossa história.
É tempo de reafirmarmos o compromisso com a justiça em sua máxima abrangência e a promoção de uma cultura de paz.
É tempo de reafirmarmos o compromisso com o Estado Laico: a liberdade de culto e crença, a isonomia entre todas as tradições religiosas – inclusive a defesa do direito de não pertencer a qualquer tradição religiosa, e o respeito às consciências individuais.
É tempo de reafirmarmos o compromisso com a unidade, na esperança de que o debate ao redor de um pleito eleitoral nos aproxime para a defesa de valores comuns, em vez de nos distanciar em razão de valores menores do que aqueles que nos unem: uma casa dividida não prevalece, nos advertiu Jesus.
É tempo de reafirmarmos o compromisso com a defesa dos direitos humanos e das minorias, a diaconia e o serviço, mantendo nosso coração alinhado aos profetas que nos ensinaram a abraçar a causa do órfão, da viúva e do estrangeiro, dos fracos e vulneráveis, dos que não têm vez e não têm voz.
Quando nos ensinou a governar, Jesus não nos apontou o 

caminho do trono. Colocou em nossas mãos uma bacia e 

uma toalha. Lavar os pés é o nosso jeito de exercer o 

poder.
É com base nesses compromissos, que expresso meu apoio à candidatura de nossa irmã Marina Silva. E sei que trago comigo, nessas poucas palavras, muitas vozes.
Marina é a proposta que ultrapassa os maniqueísmos, como: partido a contra partido b, classe média e elite contra pobres e miseráveis, ciência contra religião, o povo contra o governo. Marina sabe caminhar em meio às contrariedades e propõe uma forma criativa de lidar com as tensões do diverso.
Marina é a superação da política bipolar. Marina vem da floresta, nasceu no berço da (bio)diversidade. A complexidade é seu habitat natural.
Não devemos confundir flexibilidade, abertura ao diálogo, capacidade de inclusão, respeito às divergências, atitudes essenciais ao espírito democrático, com claudicância, inconstância e incoerência. Devemos temer mais a prepotência dos que pretendem governar o mundo com a caneta na mão, do que o espírito conciliador dos que injustamente são acusados de escrever programas de governo à lápis.
Os ataques e agressões devem ser esperados e infelizmente fazem parte do processo. Mas sabemos que só agride quem tem medo. Minha avó me ensinou que “só recebe pedra árvore que dá bom fruto”. Marina é uma árvore frutífera.
Marina representa a política para além de números e estatísticas. Está inserida na vida pública fundamentada em valores e princípios éticos, o que é próprio daqueles cuja consciência se conserva no temor a Deus, maior instância de juízo, pois único justo juiz.
Marina não é seguidora de Maquiavél, para quem os fins justificam os meios, mas seguidora de Jesus, que nos ensina a cuidar das coisas do reino de César sem sacrifício dos valores do reino de Deus.
Marina é uma liderança qualificada, seu compromisso com a justiça não é posicionamento de campanha. É sua biografia, sua história, seu serviço prestado ao país, que ganhou reconhecimento mundial.
Votamos em Marina não porque é nossa irmã de fé, mas porque a julgamos preparada para o cargo a que postula, tendo a história como testemunha de sua experiência e capacidade, com ampla legitimidade popular.
Votamos em Marina não porque “irmão vota em irmão”. Não estamos elegendo uma autoridade religiosa ou eclesiástica.
Votamos em Marina porque julgamos que reúne condições de conduzir o Brasil, não apenas na manutenção dos inequívocos avanços dos últimos anos, mas também e principalmente de maneira a qualificar, aprofundar e ampliar as conquistas que nos fazem cultivar a esperança de um futuro que possa incluir na mesa e na festa da abundância um número ainda maior dos nossos concidadãos brasileiros.
Por Marina, e junto com todos os que caminham ao seu lado, levantamos aos céus nossa oração, somando nossa voz ao profeta Amós, suplicando que nessa terra e nesse chão, “corra a retidão como um rio, e a justiça como um ribeiro perene!”
Sim, sabemos que Marina não é um Messias de saia.
Como todos nós, Marina é fruto de uma história, e honra suas origens. Mas seu projeto de futuro não é mais do mesmo pois de fato, não é hora de virar as páginas, é hora de mudar de livro.
Muito obrigado.

Marina Silva, o Casamento Gay, o Aborto e a Legalização das Drogas.

Josimar Salum (*)


Marina Silva não é o fim, mas um meio. 

Marina não é a salvação do Brasil, nem ela e nem ninguém. 

Ninguém é um fim em si mesmo.

E melhor, o fim das coisas é melhor do que o inicio delas. 

O que conta não é como começamos, mas como terminamos.

Tenho acompanhado a trajetória de Marina e suas ideias mesmo antes de 2010. Tenho conferido testemunhos a seu respeito de pessoas bem próximas a ela, em quem confio. 

Tenho acompanhado seu amadurecimento e sua trajetória política. Sei de sua conversão genuína a Jesus e de sua profunda relação com Ele.  E que não usa de palavras “evangélicas” para fazer Política, mas é Sal da Terra e Luz do Mundo.


Valnice Milhomens, uma mulher de Deus, muito conhecida e respeitada, que considero muito amiga dá este testemunho pessoal: "Marina mostra equilíbrio em todas as suas posições. Infelizmente há quem julgue sua forma ética de se posicionar com falta de posição. Suas convicções acerca dos valores da Palavra de Deus são firmes, mas não sataniza nem agride aos que pensam de forma diferente. Postura de cristã madura e Estadista digna”.

Vivemos num novo mundo, em que todas as posições pessoais de candidatos não podem ser forçadas em composições políticas.

Não sou adepto de estruturas, as estruturas servem para me locomover, respeito homens e mulheres. Escolho pessoas, ideias, posições e não entidades.

Não existem mais, com chances de vencer, candidaturas solitárias. 

Não espere a perfeição e candidatos-ideais, porque não estão sozinhos, são de partidos, fazem e tem que fazer parte de coligações as mais esdrúxulas, banhados pelas aspirações mais gananciosas tanto quanto antagônicas de companheiros. 

É preciso ver o individuo. 

O ditado “diga-me com quem andas e direi quem és” é uma falácia, porque jamais poderia ser aplicado a Jesus que andava, sentava-se e comia com pecadores, cobradores de impostos e prostitutas.

Da esquerda para a direita: Ariovaldo Ramos, Gilmar Machado (Dep. Federal), Caio Fábio
(ex-evangélico), 
Pr. Silas Malafaia, Deputado Marcos Feliciano e  blogueiro Júlio Severo







Nunca votei ou apoiei nenhum candidato por ser evangélico, pelo contrário, já trabalhei contra alguns exatamente porque se apresentavam como evangélicos.

Ser evangélico não é sinônimo de capacidade para governar nem certificado de aprovação para exercer cargo público.

Quando eu era criança ser evangélico era sinônimo de honradez e quando a gente encontra pessoas capacitadas à altura do nome, a gente fica muito feliz.

Marina é uma mulher íntegra. Sua posição pessoal sobre o Casamento Gay, Aborto e Legalização das Drogas, foi claramente conhecida e publicada em uma reportagem do jornal Estado de São Paulo no dia 3 de Junho de 2010. E esta posição pessoal continua a mesma:

Marina não é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo. Marina sem vacilar disse claramente: “O casamento é uma instituição entre pessoas de sexos diferentes, uma instituição que foi pensada há milhares de anos para esta finalidade. Mas, isto não pode ser confundido com discriminar essas pessoas do ponto de vista de seus direitos." 

Por isto, ela é “favor da união civil de bens entre homossexuais”. Isto, discordo!

Marina disse, na ocasião: 

“Prefiro que o movimento gay olhe para mim e diga: ‘a Marina a esse respeito não pensa igual a mim”.
Marina admitiu que sua posição está relacionada a ser membro da Assembleia de Deus, “mas não usará o Governo para fazer proselitismo religioso." 

Disse ainda considerar “legítimas as reivindicações do movimento gay”. 

Eu também considero quaisquer reivindicações legítimas de quaisquer grupos da Sociedade, porque o exercício da cidadania não está condicionado ao sexo, religião, raça, credo, posição social e nem a preferência sexual.

Marina afirmou também que não tinha competência técnica para ter um olhar nesta questão de adoção de filhos por “duplas” homossexuais.

Negou categoricamente participar da Marcha Gay e já tinha causado polêmica por ter escondido uma bandeira de arco-íris oferecida por um vereador do Partido Verde.

Marina declarou-se contrária a descriminação do aborto e a legalização de drogas e propôs a realização de plebiscitos sobre ambos os assuntos. 

O texto do capítulo “LGBT”, do eixo “Cidadania e Identidades”,  publicado inicialmente na sexta-feira, dia 29/08/2014, do Programa de Governo da “Coligação: Unidos pelo Brasil” (PSB-PPS-PPL-PRP-PHS-PSL), de Eduardo Campos – falecido -, de Marina Silva e Beto Albuquerque que foi "não retratava com fidelidade os resultados do processo de discussão sobre o tema durante as etapas de formulação do plano de governo e não contemplava a mediação entre os diversos pensamentos que se dispuseram a contribuir para sua formulação e os posicionamentos de Eduardo Campos e Marina Silva a respeito da definição de políticas para a população LGBT." 

O referido capítulo do Programa de Governo de Marina Silva foi corrigido no sábado, dia 30/08 e não apresenta posição favorável ao Casamento Gay, mas visa assegurar direitos e combater a discriminação, entre eles, a garantir os direitos oriundos da união civil entre pessoas do mesmo sexo que já existe e incluir o combate ao "bullying", à homofobia e ao preconceito no Plano Nacional de Educação.

Certamente que o direito a adoção de crianças por "duplas" homossexuais e outros assuntos nesta linha são espinhos indesejáveis que abomino. E falo isto sem nenhum receio de ser acusado “homo fóbico”, porque não abomino pessoas, mas doutrinas, ideias, filosofias e políticas que o Deus das Escrituras abomina.

Urge entender que Jesus não é o Senhor de milhões de brasileiros e que Seu Senhorio e Reino nunca virão ao Brasil plenamente através de leis e decretos, mas através da confissão, conversão voluntárias e através do novo nascimento de cada um.

É preciso entender que existem as posições pessoais de Marina e existem as posições dos que compõem a Rede Sustentabilidade. Existem as posições do PSB, seu partido e existem as posições da coligação que sustenta sua candidatura criada para fins eleitorais. É esta coligação que não abraçou todas as posições pessoais de Marina que a escolheu como candidata a Presidente.

Algumas posições específicas da Coligação vão promover, para o detrimento da candidatura de Marina, entraves no meio evangélico porque vão ser exploradas muito mais por evangélicos fundamentalistas (no sentido negativo do termo) que por gente da mídia e oponentes que encontrarão nesta brecha uma fraqueza que poderá lhe furtar votos.

Ademais todos os candidatos comungam da posição pró-agenda gay de um modo ou de outro. É o Brasil de 2014! 

É certo que os evangélicos terão que sopesar muito a candidatura de Marina porque a cartilha evangélica iria destonar em alguns pontos com a candidatura Marina e que é preciso ter sabedoria para discernir e distinguir a candidata Marina, sua candidatura e toda a sua jornada daqui para frente.

Marina não é candidata dos evangélicos. Marina não é uma evangélica candidata a Presidente. Marina é candidata a Presidência da República, sim, mulher, nortista, preta e evangélica.

Diante de toda esta parafernália política e que pode em alguns lugares tornar um pandemônio, não desanimo. Não sou adepto do niilismo, porque minha esperança está no Senhor Jesus. Meu otimismo se espelha no mover de Deus, soberano, fara fazer o que quer, se quer, com homens e mulheres imperfeitos. Deus não usa pessoas, Deus convida pessoas para trabalhar com Ele.

Vejo, porém aqui uma situação muito semelhante à de Daniel entre os governantes e políticos de sua época. Daniel estava na Babilônia. Era governante na Babilônia. Por que Daniel não aproveitou para deixar todos os mágicos e feiticeiros perecerem depois de interpretar o sonho do rei que queria matar a todos? Não poderia ter salvado somente a si mesmo, seus companheiros e suas famílias?  Por que não deixou todos morrerem? Daniel era pela vida, incluindo daqueles que não professavam a sua fé. Marina também. Marina é pelo Brasil. Marina é por todos os Brasileiros. 

Nesta campanha estão espalhando mentiras de todo jeito para minar a eleição quase que irreversivel de Marina a Presidente do Brasil. 

Antes de precipitar, acreditar e repetir a manchete do dia espere para ver e ouvir o que Marina vai dizer. 

Não espalhe boatos. Busque a verdade e a persiga. 

Temos tanto o testemunho pessoal quanto o testemunho público de Marina. Acredite somente o que ela diz com suas próprias palavras.

Sei quem sou, em Quem creio e com posições lúcidas eu O sirvo. Mas não me radicalizo em exaspero a mim mesmo.

Não concordo com muitos pontos do texto final do Programa de Governo de Marina, mas é mentira que Marina apoie o casamento gay, a descriminalização do aborto e a legalização das drogas.

Não há como negar que existam seguimentos no Brasil que apoiam o Casamento Gay, o Aborto e a Legalização das Drogas. E muitos deles apoiam Marina mesmo cientes das posições dela. Eles têm o direito de lutar pelos seus ideais, de opinarem quanto quiserem. Que se faça, então, um plebiscito. Sou pelo Plebiscito. E que como cidadãos tanto evangélicos quanto gays e lésbicas possam democraticamente lutar por aquilo que consideram seus direitos. 

E não adianta chorar, mesmo que venha a ser com menos votos por conta destas discussões, Marina será a próxima Presidente de Brasil. Por um Brasil-Estado totalmente laico.

Nunca concordei com todas as posições de Marina Silva. 

Mas como vou votar e estou trabalhando para fazer de Marina Presidente do Brasil e não Pastora do Brasil, contamos com seu voto, com seu apoio e com sua influência em sua Comunidade.

Não tenho medo das causas gays, tenho como debatê-las. Tenho sim reservas com a omissão radical dos que podem, mas por questões religiosas se esquivam do debate e assumem uma posição fanática e raivosa como é o caso de alguns evangélicos que, tem também todo o direito de se expressarem.

Podemos influenciar o Brasil com a Verdade em Amor, sem medo, orando para que todos conheçam a Verdade.

Os homens são sujos, mas nem todos. 

Existem políticos sujos porque são homens sujos. 

Existem políticos honestos porque são homens honestos. 

A Política é a área de maior influência em uma Sociedade. 

Todas as outras dependem dela.

Vamos tirar a sujeira da Política! Não vamos desistir do Brasil! Vamos mudar o Brasil! 

(*) Josimar Salum é empresário e ativista político nos Estados Unidos.

 
Este é o Arco da Aliança que Deus fez com os homens

FONTES: (Clique nos 'links')




sábado, 30 de agosto de 2014

Debate sobre a União Conjugal de Individuos de Mesmo Sexo.

Marina não é favorável ao casamento entre pessoas do mesmo sexo.

Leia o artigo pelo link abaixo Marina Silva, o Casamento Gay, o Aborto e a Legalização das Drogas.

Clique aqui



CMS:  
Cada um segue a vida do jeito que quiser Carla Muniz Souza dentro da nossa família pode acontecer e teremos que aceitar se vier a casamento

EO:
Concordo 100% com você Carla.

SM: 
Não. Concordo, pois estamos em a democracia onde a maioria escolhe os padrões de conduta. E Mais Ainda como cristãos vc diz cada um segue o que quiser desde que não influencie afronte desrespeite o próximo. O que um drogado soma um aborto? E homossexual?
Eles todos deturpam o padrão de Deus.
Precisam de ajuda, mas não querem ok
Portanto mergulham no pecado, sinto Muito amo a todos, mas não amo as atitudes que querem derrubar e ou avacalhar p Evangelho.

EO:
Era isso que falavam na época da escravidão, "a maioria escolhe". Ninguém tem direito de escolher o que os outros vão fazer pelas vidas deles. Democracia e o direito de opinar e não de determinar como os outros devem viver. Pense nisso, Sidney!

SM:  
Amigo, sou escravo sim de Jesus.
Jesus nunca compactua com o mal.
Sinto Muito leia a bíblia e verá que amor respeita amigo porem concordar se vc eh cristão não Sei se eh foge do real,

O que afirmou está de bom tamanho Eduardo.

E que a minoria não queria mudar na Sociedade aquilo que somente a maioria poderá decidir como lei para o país.

Sou enfaticamente desfavorável que se defina o "casamento" como união de indivíduos do mesmo sexo porque não tem como chamar pedra de pau e pau de pedra.

Casamento é uma união exclusiva entre um só homem e uma só mulher.

"Casamento" ou acasalamento tem que ser macho e fêmea.

Mas como Marina é, sou a favor de um plebiscito para que a sociedade decida isto! É isto que entendi que 
Sidney quis dizer.

E sou a favor da Carla que cada um faça da sua vida o que quiser desde que os outros não sejam obrigados a aceitarem para si o que é norma somente para indivíduos.

E numa sociedade democrática em que as liberdades individuais sejam respeitadas mesmo que união homo afetiva seja legal nenhum individuo pode ser obrigado a aceitá-la para si, nem ser a normativa geral para todos.

Nem todas as liberdades individuais são públicas.

Para quem sabe ler, entenda!

SO: 
Eu sou a favor do Evangelho

Eu também Sidney sou a favor do Evangelho. E o que afirmo em relação ao que chamam de "casamento gay" que não é casamento, faço sem nenhum receio de ser acusado “homo fóbico”, porque não abomino pessoas, mas doutrinas, ideias, filosofias e políticas que o Deus das Escrituras abomina.

EO
Se não for pelo amor, vai ser pela lei... Bom final de semana ao Sidney e ao amigo Josimar Salum...

SMPI 
Só sei de uma coisa que o pecado já está cheirando mal as narinas de Deus
O mundo está uma verdadeira Sodoma e Gomorra

Suelly, sempre! 

EO 
Meu amigo Salum, fala para a Suely que ninguém sabe o que se passa "nas narinas de Deus". Porque se você não falar, vai parecer que você não tem humildade cristã e também acha que sabe o que se passa nas narinas do criador! Aguardo.

Se não for pelo amor (gr. eros) pode ser pelo amor (gr. agape) - mas se não for, será pela lei... e se me obrigarem a não proclamar o pecado e a abominação que é 'um homem deitar-se com outro homem e uma mulher deitar-se com outra mulher' serei preso por amor (gr. ágape) 

Aguardo o seu comentário sobre "as narinas de Deus", Salum...

SM 
Eduardo Grato pelo bom final de Semana o mesmo desejo a ti.
E que Jesus possa nos dar sabedoria em assuntos que de fato Tao polêmicos. A paz.

Eduardo, é uma referência a pecaminosidade das cidades de Sodoma e Gomorra, onde a sodomia e o homossexualismo eram praticados com grande intensidade.

Aliás, o termo sodomia que aparece no Novo Testamento é decorrente da prática do sexo anal naquela cidade. E Deus destruiu não somente Sodoma e Gomorra, mas as cidades vizinhas, e somente as destruiu depois que retirou delas Ló que era considerado justo diante DELE.


Mas os pecados que subiram às narinas de Deus não foram somente estes pecados, o que as pessoas não sabem e esquecem que havia outros pecados piores, conforme Ezequiel 16:49 --- Eis que esta foi a iniquidade de Sodoma, tua irmã: Soberba, fartura de pão, e abundância de ociosidade teve ela e suas filhas; mas nunca fortaleceu a mão do pobre e do necessitado.